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Por Caio da Silva Rovero, Giovana Avante Marques e Carlos Eduardo Fonseca Alves

Mastocitoma cutâneo e subcutâneo canino: revisão bibliográfica

1. INTRODUÇÃO

Os mastocitomas (MTCs) são tumores da pele frequentemente encontrados em cães e ocorrem devido à proliferação descontrolada de mastócitos. Representam cerca de 7 a 21% de todos os cânceres de pele canina e costumam atingir geralmente o tronco e a região inguinal. Além disso, podem atingir todas as raças caninas, entretanto as mais predispostas são: Boxer, Buldogue Inglês, Labrador, Golden Retriever dentre outras. Normalmente, os MTCs são encontrados em sua forma benigna, mas também podem ocorrer de forma maligna no indivíduo de acordo com seu comportamento biológico. Histologicamente, essa neoplasia pode ser observada tanto na derme quanto no tecido subcutâneo, sendo classificada como MTC cutâneo e MTC subcutâneo, respectivamente. Os MTCs cutâneos acontecem de forma mais frequente quando comparados aos subcutâneos. A literatura veterinária é focada no MTC, e o comportamento biológico, marcadores prognósticos e preditivos são menos avaliados e entendidos nos MTC subcutâneos.Assim, o presente artigo visa à realização de uma revisão de literatura sobre os aspectos clínicos, diagnóstico e prognósticos dos MTC cutâneos e subcutâneos caninos.¹,²,³

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